Algumas pinturas medievais difundiram lendas sobre uma Terra plana por séculos. Mas, embora os sábios de todos os tempos nunca tenham perdido a noção da esfericidade da Terra, que vem desde os gregos, o fato é que até hoje não temos uma medição precisa do formato do nosso planeta. O formato referencial da Terra é conhecido como geóide. Agora, pela primeira vez na história, dispomos de todas as técnicas e instrumentos necessários para medir o geóide com precisão.
Esse será um dos objetivos da sonda espacial Goce (Gravity field and steady- state Ocean Circulation Explorer), que deverá ser lançada em Setembro próximo pela Agência Espacial Européia.
A sonda de pesquisas, uma das mais belas já lançadas, lembra muito o desenho das naves de filmes como Guerra nas Estrelas. A bordo, seis acelerômetros de alta sensibilidade vão medir os componentes do campo gravitacional terrestre em seus três eixos. Os dados coletados serão usados para a criação de um mapa de alta resolução do geóide e das anomalias gravitacionais.
O novo mapa não apenas aumentará o conhecimento sobre a estrutura interna da Terra, como também poderá ser utilizado como uma referência muito melhor para os estudos dos oceanos e do clima, incluindo mudanças no nível do mar, circulação oceânica e observação das calotas polares.
Para tornar essa missão possível, os cientistas envolvidos tiveram que superar alguns desafios tecnológicos nada desprezíveis. A maior dificuldade era construir um satélite que orbitasse a Terra próximo o bastante para obter dados gravitacionais com grande exatidão, mas que, ao mesmo tempo, fosse capaz de filtrar os ruídos e superar o arrasto causado pelas camadas superiores da atmosfera. O GOCE ficará em uma órbita a 260 quilômetros de altitude.
O satélite faz parte do programa de Exploração da Terra da ESA, que tem outras duas missões em desenvolvimento. A primeira, com lançamento previsto para 2012, é a ADM-Aeolus, para estudo da dinâmica da atmosfera terrestre. A EarthCARE, que investigará o balanço radioativo do planeta, está programada para ser lançada três anos mais tarde.
Fonte: Inovação Tecnológica
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Inspiração
Não confio em gente que sabe exatamente o que Deus quer que elas façam. Sempre coincide com aquilo que elas próprias desejam.—

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agosto 30th, 2008 em 19:46
onde se lê
radioativo
deve ler-se
radiativo
cumps
José Simões
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André Respondeu:
agosto 30th, 2008 às 19:55
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Jose Simoes Respondeu:
agosto 31st, 2008 às 21:37
No contexto do artigo o termo a usar é “radiativo” e não “radioativo”
(ver http://www.esa.int/esaLP/LPearthcare.html )
Radioativo-> átomo ou núcleo que radia da mesma forma que o elemento rádio (rádio foi o primeiro átomo em que tal foi detectado e estudado em detalhe - por Madame Curie que assim se considera ter descoberto a radioatividade o que lhe valeu prêmio Nobel) ou seja irradia a partir do núcleo, geralmente radiação alfa, beta e/ou gama.
Radiativo -> que diz respeito a qualquer radiação, mas no caso do artigo a radiação referida é a radiação “luz” (que inclui o “calor”). O balanço radiativo é o modo como, na Terra (incluindo oceanos, nuvens, etc.), a luz e o calor que nos chega do Sol é distribuído, acumulado, transformado, e/ou (re-)enviado para o espaço.
José Simões
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André Respondeu:
agosto 31st, 2008 às 22:06
E que tal este PDF da USP?
http://www.fap.if.usp.br/~akerr/artigo_epef.pdf
Pode ser um PDF da secretaria de meio ambiente de SP? (artigo publicado por pesquisadores do Instituto de Física):
http://www.ambiente.sp.gov.br/proclima/artigos_dissertacoes/artigos_portugues/analisedoefeitoestufaemtextosjornalisticos.pdf
Ou um documento da UFMT:
http://www.ufmt.br/cae/programas-de-disciplinas/Engenharia-Sanitaria/Controle_da_Poluicao_da_Agua_e_do_Ar.doc
Eu sempre faço dever de casa antes de postar um artigo. Às vezes, cometemos erros, é claro. Mas, não foi dessa vez.
Abraços.
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setembro 1st, 2008 em 12:45
ou então são erros
(talvez porque alguns corretores ortográficos tem a palavra “radioativo”, mas não “radiativo” e, reconheço, é difícil destingir uma palavra da outra numa leitura menos cuidadosa - e algumas pessoas falam do assunto sem perceber o contexto)
Uma boa explicação de “O balanço radiativo da terra” em:
http://www.uenf.br/Uenf/Downloads/IIIEncontro_3110_1143720268.pdf
Mas na dúvida consulte-se o site da missão referida ou seja
http://www.esa.int/esaLP/ASESMYNW9SC_LPearthcare_0.html
onde se pode ler “EarthCARE is a joint European-Japanese mission addressing the need for a better understanding of the interactions between cloud, radiative and aerosol processes that play a role in climate regulation”
note-se que a palavra usada, em inglês, é “radiative”, não “radioactive” ( http://en.wikipedia.org/wiki/Radioactive_(disambiguation) )
Atenção que um processo radioativo é radiativo, porque emite radiação (alfa, beta e/ou gama).
Mas um processo “radiativo” não tem de ser de origem “radioativa”. No contexto “EarthCARE” não é.
Se quiser continuar a falar sobre o assunto, sem sobrecarregar a lista, use o meu email
José Simões
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André Respondeu:
setembro 1st, 2008 às 15:41
Gralhados?
ou então são erros
Manda um email pros 3 lugares, ué.
(talvez porque alguns corretores ortográficos tem a palavra “radioativo”, mas não “radiativo” e, reconheço, é difícil destingir uma palavra da outra numa leitura menos cuidadosa - e algumas pessoas falam do assunto sem perceber o contexto)
O fato de estarem certos não passa pela sua cabeça?
Uma boa explicação de “O balanço radiativo da terra” em:
Um pdf muito mal feito que pode estar… gralhado?
Mas na dúvida consulte-se o site da missão referida ou seja
Em inglês? Na sua concepção, então, “large” se traduz “largo”, né?
onde se pode ler “EarthCARE is a joint European-Japanese mission addressing the need for a better understanding of the interactions between cloud, radiative and aerosol processes that play a role in climate regulation”
note-se que a palavra usada, em inglês, é “radiative”, não “radioactive” (…)
Wikipédia? Ok. Posta o de uma Universidade do Brasil, então.
Atenção que um processo radioativo é radiativo, porque emite radiação (alfa, beta e/ou gama).
Mas um processo “radiativo” não tem de ser de origem “radioativa”. No contexto “EarthCARE” não é.
E…?
Se quiser continuar a falar sobre o assunto, sem sobrecarregar a lista, use o meu email
Não darei prosseguimento a isso. A fonte utilizada será mantida, a FAPESP usa o mesmo termo, postei 3 links de Universidades. Vc postou um pdf sem timbre e mencionou a wikipédia em inglês. Lamento, o artigo ficará com o termo usado. Se quiser, escreva pros autores originais. Freqüências de comunicação fechadas.
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novembro 12th, 2008 em 19:52
Obrigadaa esta é a 5 vez q este site me ajudaa ..(Mas só agora pude escreverr)
suhaus³
Valeuu :Ceticismo.net!
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