Por Israel Knohl
Traduzido por: Charles Coffer Júnior
A primeira menção do “Messias morto” chamou-se Mashiah ben Yosef (Messias Filho de José) é do Talmud (Sukkah 52a). No meu livro “O Messias Antes de Jesus” (University of California Press, 2000), considero que a história desse Messias morto é baseada em um fato histórico. Penso que está ligada à revolta judaica na Terra de Israel na seqüência da morte do Rei Herodes, em 4 a.C.
Esta insurreição judaica foi brutalmente reprimida pelos exércitos de Herodes e do imperador romano Augusto, e os líderes da revolta messiânica foram mortos. Estes eventos definem a tradição do Messias morto Filho de Joseph em movimento e abriu o caminho para a emergência do conceito de “messianismo catastrófico”. Interpretações do texto bíblico ajudaram a moldar a convicção de que a morte do messias era um elemento necessário e indivisível de salvação. A minha conclusão, baseada em escritos apocalípticos datados deste período, foi de que certos grupos acreditavam o Messias iria morrer, ser ressuscitada em três dias, e subir ao céu (ver “O Messias Antes de Jesus”, 27-42). Continue lendo »

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segunda-feira, 7 de julho de 2008 às 14:15
E os cristãos dizem: Ops!
Ou, mais provavelmente: (antes de qualquer confirmação) é uma evidência falsa plantada pelo demônio para “cegar o entendimento do homem para que o Evangelho de Cristo (Conhecimento e Verdade) não penetre no seu coração”.
É sério, a parte que está entre aspas foi dita para mim ontem. hehe
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segunda-feira, 7 de julho de 2008 às 15:10
Blá Blá Blá… Jesus é o Senhor, Blá Blá Blá… Vocês arderão no Inverno… Blá Blá Blá Blá Blá Blá Blá Blá Blá Blá Blá Blá Blá Blá
Qualquer semelhança entre o regurgitar crental (também chamado de “pregação”) e a professora do Charlie Brown é mera coincidência.
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segunda-feira, 7 de julho de 2008 às 15:35
Quer dizer que havia outro zé mané “salvadô”, antes do zé ruela, mais conhecido por cristo? PQP, essas merdas não páram de aparecer.
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quarta-feira, 9 de julho de 2008 às 13:24
Cristo, Messias ou Ungido foi o nome dado ao lider da luta pela libertação daqueles povos. Este achado apenas confirma que iam elegendo sempre um bode expiatório para liderar toda revolução e morrer pelos “erros”(pecados?) dos outros. Aliás, como previa o ritual mosaico, dois bodes expiatórios, uma para expiação da pecado - morria no templo, outro para expiação da culpa (traíção?) morria no deserto. Um Jesus, um Judas. A lista de outros personagens que foram “messias” é enorme, antes e depois de Jesus.
Também é fato que nos textos dos evangelhos, existem dialogos em que Jesus pergunta “o que dizem sobre aquele que será o Cristo”: e o que dizem é o que todo povo falava e sabia: alguém que iria ser sacrificado. Até Caifás também diz “convém que um morra para que todos não morram” pra justificar a condenação de Jesus.
A única coisa que consigo especular é que uma moça adolescente foi visitar a prima na transjordãnia, então saiu pra buscar água na fonte, no meio do caminho viu esse troço de Apocalipse (Revelação) de Gabriel escrita na pedra, teve uma tontura, derrubou o cântaro e descobriu que estava grávida. Provavelmente foi aquele Simon com quem encontrou semanas antes de viajar pra lá. Tarde demais, Simon já havia sido morto pelos soldados romanos…
Qualquer coisa assim…
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